Eu Fui

4 de junho de 2012
Voltei ontem de Lisboa. Foi um fim-de-semana bastante cansativo mas valeu a pena. Em relação aos concertos, no meu podium ficam os Maroon 5, Bryan Adams e Joss Stone. Stevie Wonder também foi muito bom mas o senhor demorou uma hora e meia a entrar em palco, e a espera da meia noite à 1h30 da manhã matou-me.































As desilusões foram Ivete e Lenny Kravitz. A Ivete decidiu cantar músicas novas, que só os 10 brasileiros da plateia sabiam. O Lenny demorou 45 mns a entrar em palco porque deve ter estado a snifar qualquer coisa. Apareceu completamente drogado e entreteve-se com guitarradas agressivas o concerto todo. Ou seja, enquanto que alguns se sabem adaptar ao tipo de concerto, como é o caso de Adam Levine, que cantou os seus hits, e Joss Stone, que intercalou as musicas novas com aquelas já bem conhecidas, há outros que não se esforçam assim tanto. E o Lenny foi uma verdadeira desilusão. Há quatro anos, foi ele que salvou o dia depois do fiasco que foi Amy Winehouse. Desta vez, foram os Maroon 5 que salvaram o dia e fizeram com que valesse a pena. É tudo uma questão de perceber que o RIR é um festival familiar, e que naqueles dias vão as pessoas que gostam de música mais comercial e só querem cantar e divertir-se. Ou seja, nada de guitarradas e músicas que ninguém conhece. Mas pronto, no geral gostei bastante. Realmente a Joss Stone é incrível em palco. Naturalmente simpática e linda de morrer, canta como poucos e fala imenso com o público. Bryan Adams tem um efeito poderoso nas pessoas. Canta sempre as músicas que queremos ouvir e põe toda a gente a cantar com ele. O Adam Levine também foi um espectáculo. Cantou as músicas que tiveram mais sucesso até hoje e conseguiu agarrar a plateia até ao fim. Stevie Wonder montou a barraca (literalmente). Deviam ser à volta de 20 músicos, com não-sei-quantos instrumentos diferentes, que o acompanhavam em cada música. Deu um concerto a sério. Tive pena de já estar muito cansada e de não ter aproveitado como devia ser. Quanto à estadia em Lisboa, eu e as minhas amigas fomos tratadas como verdadeiras princesas por quem nos ofereceu o tecto de sua casa. Pequeno-almoço pronto quando acordávamos, piscina aquecida, almoços que eram verdadeiros banquetes, e conversas animadas. Gostei muito.





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